Redação Galileu - 06/07/2007
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 Vá ao Live Earth (mas não me convide) Sinceramente, não consigo sentir firmeza em Al Gore. Vejamos seu histórico recente. Em oito anos como vice-presidente dos EUA, viveu à sombra de Bill Clinton, mesmo no auge do caso Monica Lewinsky – está certo, Gore assinou “simbolicamente” o Protocolo de Kyoto em 1998, mas o ato não significou nada. Nas eleições presidenciais de 2000, quando concorreu pelo Partido Democrata, tomou uma tungada já clássica de George W. Bush. Num daqueles lances em que todo mundo sabia, mas ninguém teve coragem de apontar a virada de mesa, Gore viu seu sonho ser desfeito quando os votos do estado da Flórida (governado pelo irmão mais novo de George, Jeb Bush) entraram na conta. E ficou por isso mesmo. Culpa do confuso sistema de votação americano, que mistura o voto popular com colégios eleitorais. Saltemos para maio de 2006. Gore transforma sua série de palestras sobre a crise ambiental no documentário vencedor do Oscar “Uma Verdade Inconveniente”, um tapa na cara dos alienados norte-americanos. Até aí, muitas palmas para ele. O problema é que o cara não mostra a coragem necessária para fazer a diferença. Se quisesse mesmo mudar a situação do planeta, Gore deveria entrar com tudo na corrida de 2008 pela Casa Branca. Como o presidente que ele deveria ter sido, mas nunca foi de fato, teria poder e grana para deixar seu nome na história. Basta ter coragem. Na boa, não acredito que uma série de shows ao redor do globo com estrelas de grosso calibre vá conscientizar viva alma. Além disso, as viagens de músicos e do público e o gasto de energia elétrica nos 9 palcos levarão a um inevitável impacto ambiental. Fico com Bob Geldof (cantor, ator e organizador dos festivais Live Aid e Live 8): “só me envolveria com o Live Earth se pudesse subir no palco e anunciar medidas concretas para salvar o meio ambiente propostas por candidatos à presidência norte-americana [ouviu, Al Gore?] e grandes corporações. Os organizadores não têm garantia disso”, disse a um jornal holandês. Enfim, vou estar bem longe das areias de Copacabana neste sábado. Nada a ver com Lenny Kravitz ou Macy Gray. Tudo a ver com a apatia política de Gore. É hora de deixar o discurso em segundo plano – até porque todo mundo já o conhece – e entrar na briga pela presidência de cabeça. Sou fiel leitor e admirador da revista “Rolling Stone”, mas dei risada quando vi a ilustra aí de cima na edição americana de 28 de junho. Quer carregar o mundo nas costas? Então mostre que tem bala para isso. Surpreenda-nos, mr. Gore. HG |
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Redação Galileu - 05/07/2007
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 Em forma de oração Consumidores do mundo inteiro ganharam agora um argumento contra aqueles que defendem a idéia de que música é coisa do demônio. Com o novo Hymn Book, seu iPod vai ficar com aspecto angelical, mesmo que você utilize o aparelho para ouvir gangsta rap ou death metal. Essa capa de couro que imita a Bíblia é vendida na Inglaterra por 15 libras + despesas de correio. Adorei o nome da empresa que comercializa a coisa: Suck UK! Não acredita? Então dá uma clicada aí embaixo. EF http://www.suck.uk.com/product.php?rangeID=67# |
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Redação Galileu - 03/07/2007
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 Bela idéia Sei que posso me arrepender, mas aqui vai uma sacada para quem vê oportunidades para faturar alto com o apagão aéreo: hotéis-cápsula instalados nos aeroportos mais movimentados do país. Aposto que faria sucesso nesses dias de caos. Basta ver as fotos de Cumbica na madrugada de hoje para chegar a tal conclusão. O primeiro estabelecimento do tipo foi bolado pelo arquiteto japonês Kisho Kurokawa e inaugurado na cidade de Osaka em fevereiro de 1979. Como você já deve ter visto em algum filme ou programa de TV, o conceito é muito simples. Trata-se de um cubículo de proporções minúsculas (no Japão, o padrão é 2m de profundidade, 1,25m de altura e 1m de largura) onde você pode dormir e, no máximo, ver TV. Sua bagagem fica em armários dispostos em corredores e o banheiro é coletivo. No Japão, o preço varia de R$ 30 a R$ 70 por noite, mas é possível alugar um "quarto" por períodos a partir de 4 horas. E aí, alguém topa investir? Vale lembrar que a idéia já foi exportada para Londres e Nova York. |
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Redação Galileu - 03/07/2007
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 Se liga, Chávez! Passadas quase duas décadas da queda do Muro de Berlim, surpresas não param de aparecer do lado da antiga Alemanha Oriental. Agora, descobriu-se que a Stasi (a polícia secreta de lá) mantinha uma espécie de museu com cheiros de pessoas. Para obter as amostras, os agentes aproveitavam os interrogatórios, que eram feitos com o auxílio de uma cadeira perfurada. Daí, era só esfregar um pano nas partes do sujeito. Além dessa técnica, os policiais invadiam casas e furtavam roupas íntimas sujas. Os panos e as roupas eram mantidos em potes de vidro pela Stasi. Caso algum suspeito sumisse, era só colocar um pastor alemão para cheirar o pote e sair na captura do infeliz. Fica a sugestão para os líderes totalitários que ainda vivem por aí. EF |
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Redação Galileu - 02/07/2007
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 Bom demais Na edição de julho de Galileu, você encontra uma reportagem sobre o novo cinema de animação e, em especial, sobre o estúdio Pixar. O gancho é a safra de ótimos filmes do gênero em 2007, puxada por "Shrek Terceiro" e o sensacional "Ratatouille", dirigido por Brad Bird. A cada dia que passa, me convenço um pouco mais de que o cara é gênio. Ainda bem que não estou sozinho. Veja no link um slide show especial com trechos de animações dirigidas por Bird, direto do site da revista norte-americana "Slate" (clique no botão "Launch" na caixa abaixo da foto do rato Remy). O trecho de "Os Simpsons" é simplesmente brilhante. HG http://www.slate.com/id/2169280/nav/tap3/ |
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Redação Galileu - 28/06/2007
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 Personalidade alimentar Eu como bem em público e cometo excessos quando ninguém está vendo, mas tenho uma rotina de exercícios rígidas que faz com que eu mantenha meu peso. Também costumo exaltar meus defeitos. Esse foi meu veredicto no teste de personalidade em relação à dieta e exercício, que está no site diet.com. As 57 perguntas podem ajudar a identificar o que está lhe impedindo de ficar magro e saudável. Apesar de não concordar com 100% do meu resultado, achei interessante. http://www.diet.com Fernanda |
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Redação Galileu - 27/06/2007
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 Enfim, o primeiro teste David Pogue, colunista tech do jornal "The New York Times" e autor de diversos livros sobre a Apple e o Macintosh ("Mac for Dummies" é o mais popular deles), teve o privilégio de passar as duas últimas semanas com um iPhone. Em sua coluna de hoje ele conta o que achou. Eis um resumo:
PRÓS 1) Vale quanto custa. Por US$ 500 (4 giga de memória, ou 825 músicas, em média) ou US$ 600 (8 giga, ou 1.825 músicas), você leva um telefone, um iPod (com vídeo), um navegador de internet, uma caixa de e-mails, um navegador GPS, um organizador pessoal tipo PDA, uma câmera de 2 megapixels e "um tremendo símbolo de status", como diz Pogue. O serviço – exclusivo da operadora AT&T nos EUA – começa em US$ 60 por mês, com direito a 450 minutos de conversa, 200 torpedos e internet sem limites. 2) A tela sensível ao toque funciona – “ela fica meio embaçada, mas uma manga a limpa com facilidade”. E é resistente a arranhões ou coisas do tipo. 3) O software é amigável e muito rápido. 4) Esqueça a senha da sua caixa postal. Mensagens de voz aparecem numa lista parecida com a caixa de entrada do seu e-mail. Basta clicar em uma delas para ouvi-la. 5) O e-mail é “fantástico”. Você pode ver as mensagens como num desktop e abrir arquivos de Word, Excel e documentos em PDF. 6) Navegar na internet é sensacional onde há redes wi-fi (a rede wireless da AT&T é considerada muito meia-boca pelo colunista). A tela sensível ao toque mostra todo o seu potencial nesta função. 7) O Google Maps funciona como um GPS à perfeição (só nos EUA). 8) A câmera de 2 megapixels não decepciona.
CONTRAS 1) Fazer uma ligação pode demorar seis etapas: “acordar” o aparelho, destravar seus botões, chegar à tela principal, abrir o programa do telefone, procurar um número na agenda e selecionar um nome. Poderia ser mais fácil 2) A Apple diz que uma bateria dura 8 horas de conversação, 7 horas de exibição de vídeos ou 24 horas de execução de músicas. Pogue diz que ela segurou 5 horas de vídeo e 23 de música. 3) Não há cartão de memória removível. 4) Não há programa para chats. 5) Não há discagem por comando de voz. 6) Não há câmera de vídeo. 7) Você só pode instalar programas da Apple. 8) Digitar textos no pequeno teclado virtual pode ser um pé. Mas você se acostuma com o tempo. 9) A bateria interna aguenta algo em torno de 300 a 400 recargas. Para trocá-la, só nas lojas da Apple. O preço ainda não foi definido.
Agora veja dois links do “New York Times” - Vídeo protagonizado por David Pogue e seu iPhone: http://video.on.nytimes.com/index.jsp?fr_story=caed76f16c6132710db58210df3940afb8a3f7c8 - Infográfico mostrando o telefone em detalhes: http://www.nytimes.com/ref/business/20070627_POGUE_GRAPHIC.html# |
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Redação Galileu - 22/06/2007
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 Sem segredos Eis a capa da Galileu de julho, que começa a chegar aos assinantes e às bancas na próxima quarta (27). A principal reportagem da edição desvenda o que há por trás do maior fenômeno literário do ano, "O Segredo", escrito pela australiana Rhonda Byrne. A obra é o maior sucesso (250.000 exemplares vendidos no Brasil em um mês) de uma nova tendência que está mudando os livros de auto-ajuda: sai a fé e entra em campo a ciência, sobretudo a física quântica. Um trabalho revelador. E tem mais: uma visita aos estúdios Pixar, tudo sobre a revolução da biotecnologia, os 25 anos da Guerra das Malvinas e as incríveis histórias da bizarrologia. |
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Redação Galileu - 20/06/2007
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 Como funcionam as coisas
O site “HowStuffWorks” (como as coisas funcionam) ganhou uma versão em português. Como o nome sugere, trata-se de um grande manual sobre funcionamento de uma lista bem grande e variada de itens: corpo e comportamento humano, objetos, animais, tecnologias, fenômenos da natureza etc. O conteúdo é feito por cientistas, professores e especialistas em diversas áreas. Vale a visita. http://hsw.uol.com.br/ Fernanda |
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Redação Galileu - 20/06/2007
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 13 x 13 Depois de ver a sessão para jornalistas do filme “13 Homens e um Novo Segredo” hoje, contabilizei 13 razões para você procurar o cinema mais próximo (com tela grande, please) e se deleitar com esse recente exercício de estilo do diretor Steven Soderbergh. Vamos a elas: 1 – O diretor chegou ao ápice na sua fórmula de contar histórias cheias de parênteses 2 – As piadas são mais raras que no filme anterior, mas infinitamente mais engraçadas 3 – Diálogos espertíssimos e cheios de citações. Até o “Poderoso Chefão” entra na roda 4 – Meninas, Clooney, Pitt e Damon (mesmo com nariz postiço) estão do jeito que vocês gostam 5 – Meninos, como nós somos feios! 6 – É muito bom ter de volta Ellen Barkin à telona, seu habitat natural. E ela tá linda 7 – Al Pacino está deliciosamente canastrão (jamais pensei que fosse escrever isso sobre ele) 8 – Figurinos demolidores. Não compre seus próximos óculos de sol sem ver o filme 9 – Há uma seqüência mexicana que é simplesmente sensacional 10 – Arquitetos e engenheiros, mesmo que seja para meter o pau, não deixem de ver o hotel-cassino erguido pelo personagem de Pacino 11 – Trapaças, trapaças e mais trapaças 12 – Os detalhes do roteiro são completamente incompreensíveis. Ou seja, não perca tempo com eles e vá direto ao 13º ponto deste post 13 – O filme ocupa pouco espaço na memória
EF |
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Redação Galileu - 19/06/2007
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 Por trás dos avatares A versão online do jornal "The New York Times" acaba de publicar um ensaio fotográfico sensacional comparando avatares de games e seus donos de carne osso. O sujeito aí de cima, por exemplo, é o estudante coreano Choi Seang Rak, nascido em 1971. Ele criou uma guerreira-duende e se diverte pelo menos 8 horas por semana vagando pela realidade paralela do jogo Lineage II. E você já criou algum avatar em games como o Second Life? Veja o ensaio completo no link: http://www.nytimes.com/slideshow/2007/06/15/magazine/20070617_AVATAR_SLIDESHOW_1.html |
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Redação Galileu - 18/06/2007
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 Chris Gaull/Popular Science Atualizados, mas igualmente ruins Por um problema de link errado, acabei postando uma lista antiga dos piores trabalhos em ciência, divulgada pela revista “Popular Science” todos os anos. Mas como ambas são muito divertidas, achei melhor deixar as duas aqui, assim você tem mais motivos para não achar o seu trabalho tão ruim. Eis a nova, publicada em junho.
1- mergulhador em ambientes de alto risco (como reatores nucleares) 2- oceanógrafo (devido à degradação dos oceanos) 3- esterilizador de elefantes 4- arqueólogo de lixo 5- preparador de carcaças de animais para pesquisa (lembra daqueles sapos submersos em formol, que você estudava no colégio? Então, alguém tem que colocá-los ali...) 6- técnico do sistema de segurança da Microsoft 7- voluntário em pesquisas sobre gravidade 8- “testador” de drogas olímpicas 9- entomologista forense (que soluciona mortes suspeitas com a ajuda de insetos) 10- pesquisador de fezes de baleia http://www.popsci.com/popsci/science/0203101256a23110vgnvcm1000004eecbccdrcrd.html Fernanda |
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Redação Galileu - 18/06/2007
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 "Liga no meu solar" Uma empresa chinesa acaba de lançar o primeiro celular movido a energia solar de que se tem notícia. Ele custa o equivalente a R$ 1.000 e vem equipado com câmera fotográfica de 1.3 megapixel e mp3 player. A bateria pode ser carregada a partir de qualquer fonte de luz, mesmo que você só tenha uma vela por perto. Uma hora debaixo do sol garante 40 minutos de conversa. Os planos do fabricante (HiTech Wealth) incluem o lançamento de mais 30 modelos com a tecnologia até 2009. Grande idéia, não? |
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Redação Galileu - 18/06/2007
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 Não se cutuca búfalo com a vara curta Um sortudo grupo de turistas flagrou cenas impressionantes durante um safári no Kruger Park, África do Sul. Veja o que acontece quando búfalos incautos se desgarram de seu bando e dão de cara com um grupo de leoas famintas. Um crocodilo se mete na briga, os búfalos têm sede de vingança e......clique aqui para descobrir como essa história termina: http://www.youtube.com/watch?v=LU8DDYz68kM O vídeo é longo, mas vale a pena ver até o fim. Juliana |
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Redação Galileu - 15/06/2007
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 Por trás do véu A partir do próximo dia 20, chega às bancas uma edição pra lá de especial de Galileu História. Desta vez, nos debruçamos sobre os mistérios escondidos no Islã. Com o auxílio de colaboradores como Mamede Mustafa Jarouche (tradutor para o português do “Livro das Mil e Uma Noites”), Isabelle Somma (repórter especialista no assunto) e José Ruy Gandra (jornalista e historiador que acabou de voltar de uma viagem à Arábia Saudita), montamos um painel surpreendente sobre um mundo que vai muito além dos homens-bomba e do radicalismo xiita. Pelo menos aqui na redação, muitos queixos caíram com o lado B da história de uma civilização que protagonizou momentos luminares da cultura e da tecnologia. Ah, para dar mais água na sua boca, saiba que os leitores irão concorrer a kits com os dois primeiros volumes do “Livro das Mil e Uma Noites”. Corra para a banca e saiba como participar. EF |
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Redação Galileu - 13/06/2007
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 Popular Science O trabalho dignifica o homem (?) Você odeia seu trabalho? Poderia ser pior. Dê uma olhada no ranking das piores funções em ciência, preparado pela revista norte-americana “Popular Science” todos os anos. A nova lista foi divulgada em junho. 1- cobaia humana 2- fiscal de estrume 3- professor de biologia do Kansas (obrigados a ensinar criacionismo) 4- escavador de extremófilos (criaturas que vivem em lugares extremos como vulcões, fundo do mar e montanhas) 5- pesquisador de armas nucleares 6- vulcanólogo (que arrisca sua vida para prever erupções) 7- limpador de sêmen (é o técnico de laboratório que separa o plasma das células de movimento) 8- Assistentes voluntários (pessoas que se inscrevem em programas de voluntariado e passam suas férias como assistentes de cientistas- fazendo o trabalho mais pesado, claro) 9- bailarino da Nasa (cuja função consiste em dançar com um robô) 10- coletor de xixi de orangotango http://www.popsci.com/popsci/science/806ffb24a5f27010vgnvcm1000004eecbccdrcrd.html Fernanda |
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Redação Galileu - 12/06/2007
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 AP Vacinas gratuitas Muita gente não sabe, mas adultos e crianças portadores de algumas doenças e condições especiais têm direito a receber gratuitamente vacinas que não estão disponíveis no Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.
Bebês prematuros e pessoas que sofrem de asma, diabetes, cardiopatia crônica, HIV, doenças neurológicas, entre outras patologias, podem tomar de graça a vacina pneumocócica, a meningocócica conjugada e imunizações contra o hemofilo influenza tipo B, hepatite A, varicela (catapora), influenza (gripe), entre outras, dependendo de sua condição. O benefício também vale para doadores de órgãos, medula ou sangue e transplantados. O serviço está disponível nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIES), um dos temas de discussão do VIII Simpósio de Vacinas, realizado neste mês em Fortaleza. Os CRIES estão presentes em todos os Estados brasileiros, a relação completa dos endereços está no site: http://portal.saude.gov.br/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=21614. Juliana |
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Redação Galileu - 12/06/2007
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 Brinquedo de gente pequena Fui hoje à pré-estréia de “Shrek Terceiro”, com aquela empolgação típica de quem adorou os dois primeiros episódios. Chato reconhecer que tudo o que fez rir antes é justamente o que escancara o que o fechamento da trilogia tem de mais pobre. Como rir de novo com a ereção do nariz de Pinóquio? Que graça sobra no olhar meigo e traiçoeiro do Gato de Botas? Ainda dá para gargalhar com piadinhas inspiradas em flatulência ou cera de ouvido? Bom, se você respondeu “sim” a alguma dessas perguntas, divirta-se. Para os demais, sobram os encantos decorrentes do domínio das modernas técnicas de animação – aliás, a esse respeito, digo só uma coisa: não perca a próxima Galileu. Mas isso é poeira jogada nos nossos olhos. O que havia de mais atraente – roteiro inspirado, piadas inteligentes e humor corrosivo – virou pó. Assisti ao primeiro episódio ao lado de um enteado que, à época, tinha 5 anos. Lembro que ri muito mais do que ele, pois senti que aquilo era desenho para adultos. Agora, triste, vejo que o meu querido ogro virou o que eu esperava que ele fosse antes de conhecê-lo: personagem de filme para crianças. EF |
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Redação Galileu - 07/06/2007
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 Para o feriadão Adoro passar um tempinho nos finais de semana caçando coisas da minha infância (leia-se anos 1970) no YouTube para mostrar aos meus filhos – um moleque de quatro anos e uma gatinha de oito. Rachamos o bico com vários trechos d’Os Trapalhões, mas o melhor mesmo é o baú do Muppet Show. Fruto do cérebro genial de Jim Henson (o homem por trás de outro clássico infantil, a Vila Sésamo), o programa era simplesmente genial. Tem de tudo: Johnny Cash cantando “Jackson” em dueto com Miss Piggy, as receitas alucinadas do cozinheiro sueco, os duelos musicais do Animal (para alguns, o maior batera de todos os tempos)... Mas nada se compara ao clássico “Mahna Mahna”. Além das versões que foram ao ar no programa, há vários remixes criados por malucos de todo tipo, sempre usando a genial música do italiano Piero Umiliani como trilha. Veja quatro delas: - A versão de 1969, com o personagem Bip Bipadotta: http://www.youtube.com/watch?v=oDOFj9yjO7Y&mode=related&search= - A clássica, de 1977: http://www.youtube.com/watch?v=7wMHcpMmV9g - Remix com imagens da trilogia "Star Wars" original: http://www.youtube.com/watch?v=06SL0DM4krM&mode=related&search= - Uma versão hilária do "The Office" britânico: http://www.youtube.com/watch?v=28ZSMAtzBSY&mode=related&search= HG |
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Redação Galileu - 05/06/2007
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 Neisseria meningitidis - Universidade Brown
Imunização em massa Médicos presentes no VIII Simpósio Brasileiro de Vacinas, que acontece em Fortaleza, defenderam a inclusão da vacina contra a meningite meningocócica do tipo C no calendário oficial de imunizações gratuitas do Ministério da Saúde. Segundo pesquisas do pediatra Marco Aurélio Sáfadi, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, o governo inglês consegui reduzir a incidência da doença em mais de 90% desde 1999, quando começou a vacinar regularmente crianças e jovens. Na Holanda, houve uma queda de 99% no número de casos desde 2002. Para Calil Farhat, professor de pediatria da Escola Paulista de Medicina/UNIFESP, a inclusão da vacina na rede pública se justifica pela agressividade em pacientes jovens e as graves seqüelas que causa. A meningite meningocócica é causada pela bactéria Neisseria meningitidis, e em formas mais graves pode levar à morte em apenas algumas horas. O tipo que afeta mais pessoas no Brasil é o C, que atinge principalmente crianças abaixo de 5 anos. Sua taxa de mortalidade de 20% pode chegar a 45% nas formas mais graves. Quanto não mata, pode deixar sequëlas como cegueira, surdez, perda de funções neurológicas e retardo mental.
Atualmente o Ministério da Saúde estuda a inclusão de vacinas contra cinco doenças no calendário oficial de aplicações. Além da meningite C, estão no páreo imunizações contra varicela (catapora), meningite pneumocócica, hepatite A e HPV. "Todas elas serão incluídas no calendário oficial", afirma Luiza de Marilac Barbosa, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do MS. A ordem de prioridade e o prazo de inclusão irão depender do resultado de estudos que avaliam, entre outros fatores, o custo benefício e a eficiência de cada vacina e a ocorrência das enfermidades no Brasil. Saiba mais: http://www.vacinas2007.com.br Juliana |
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Redação Galileu - 31/05/2007
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O tempo não pára Todo mundo envelhece, isso é fato. Mas com o desenvolvimento das pesquisas genéticas e da biologia molecular, é possível combater a degeneração do corpo cada vez mais cedo e de maneira mais eficaz. E cada vez há mais fontes de informações para entender como o nosso organismo responde à passagem do tempo e às agressões externas e o que vem sendo descoberto para amenizar esse quadro. É sobre isso que trata o recém-lançado “O Tempo Anda a Seu Favor” (Ed. Objetiva), livro escrito pelo médico ortomolecular Helion Póvoa, pela psiquiatra Andréa Araújo e pela jornalista Lúcia Seixas e que trata da ação dos radicais livres, hormônios, genes e células-tronco, entre outros temas. Juliana |
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Redação Galileu - 30/05/2007
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 Talk show cabeça Está no ar desde abril, na internet, o programa de entrevistas “Ciência Brasil”, uma espécie de talk show de ciência. Já foram ao ar entrevistas com especialistas sobre anatomia forense, cardiologia e morcegos. Entre os temas das próximas entrevistas estão “Darwin e a evolução das espécies” e células-tronco. Artigos científicos e trabalhos acadêmicos relacionados ao assunto abordado em cada entrevista também são colocados à disposição dos visitantes em links ao lado da janela dos vídeos. http://www.painelbrasil.tv/ciencia/ Fernanda |
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Redação Galileu - 29/05/2007
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 E não é que bombou? A edição de Galileu que você encontra nas bancas traz uma reportagem sobre o primeiro museu criacionista de que se tem notícia (foto acima). Localizado em Petersburg, no estado de Kentucky (EUA), ele reconstitui a história do homem sob o ponto de vista bíblico. Uma das cenas mais polêmicas mostra um pacato homo sapiens convivendo em harmonia com dinossauros -- algo completamente impossível segundo a história contada pela ciência. Pois bem, o museu abriu suas portas ontem e atraiu cerca de 4.000 visitantes logo em seu dia de estréia. E você, acha que uma atração semelhante faria sucesso aqui no Brasil? |
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Redação Galileu - 29/05/2007
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Bagaço construtivo Pesquisadores da Faculdade de Ciências Tecnológicas (FCT) da Unesp de Presidente Prudente, interior de São Paulo, econtraram uma maneira produtiva de aproveitar os resíduos do bagaço de cana-de-açúcar. Baseado na areia extraída da cinza do bagaço, criaram um novo composto cerâmico com potencial de aplicação na construção civil.
Quando o bagaço da cana é queimado para produzir vapor e energia elétrica para uso industrial, gera pó de carvão e areia de quartzo. Segundo Silvio Rainho Teixeira, professor do Departamento de Física, Química e Biologia do FCT e coordenador da pesquisa, a areia pode ser misturada com argila e com elementos conhecidos como fundentes químicos para dar origem a uma massa cerâmica. O material pode ser usado para a fabricação de tijolos, telhas e placas, aproveitando resíduos que seriam descartados. Da Agência FAPESP |
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Redação Galileu - 25/05/2007
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“Perua” escolar Na semana passada visitei um canto do País até então desconhecido por mim. Estive em Manaus para conhecer os resultados de um projeto de pesquisas socioambientais. Durante uma viagem pelo rio Solimões, me deparei com esse curioso meio de transporte escolar, que serve aos estudantes das comunidades caboclas ribeirinhas na região do município de Manacapuru. Uma das áreas de pesquisa desse projeto estuda o modo de vida dos habitantes dessas comunidades e o uso que eles fazem dos recursos naturais. Os pesquisadores procuram aprender as técnicas e processos das comunidades e ajudá-las a introduzir melhorias, como por exemplo a redução do uso de agrotóxicos. Saiba mais: http://www.piatam.locaweb.com.br Juliana |
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Redação Galileu - 25/05/2007
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 Too fast Na Galileu que está nas bancas você vai encontrar a minha aventura ao lado da repórter Juiliana Tiraboschi pelo encantado mundo de quem precisa desencantar. É o Fast Date, reunião mensal promovida pelo terapeuta Sergio Savian para juntar gente interessante com gente interessante (ou que, pelo menos, parece interessante). Pois bem, eu e a Ju fomos à estréia da versão hétero da brincadeira. Na última quarta rolou o primeiro Fast Date gay. Por opção, eu não pude ir, mas agentes infiltrados informam que o encontro foi legal, com gente bonita e de todas as idades (embora a maioria formada por um povo que saiu do armário há algumas décadas). A galera só reclamou pelo fato de, devido à dinâmica da coisa, não ter dado tempo de todos falarem com todos. Em todo caso, é mais uma opção para quem cansou de dormir com alguém, acordar na manhã seguinte e dizer: “Meu Deus, onde eu tava com a cabeça?”. Pra saber as próximas datas, visite o site do terapeuta. O link vai abaixo. Ah, por falar em site, os gays interessados em histórias mais duradouras agora também contam com uma agência especializada em organizar encontros, a Tête à Tête Exclusive. http://www.sergiosavian.com.br http://www.teteateteexclusive.com |
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Redação Galileu - 25/05/2007
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 Gás lacrimogênio e LSD Quem é fã do período mais fértil da cultura pop sabe que 2007 marca as quatro décadas de um ano seminal. Afinal, 1967 viu o “verão do Amor”, a explosão dos protestos contra a Guerra do Vietnã, o auge do movimento pelos direitos civis nos EUA e o lançamento de clássicos do rock como “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (The Beatles), “Are you Experienced” (Jimi Hendrix), “Disraeli Gears” (Cream) e os discos de estréia de The Doors e do Velvet Underground. O Whitney Museum of American Art, em Nova York, acaba de inaugurar a exposição “Verão do Amor: a Arte da Era Psicodélica”. Nela, os visitantes poderão apreciar algumas das pinturas, esculturas e fotos mais influenciadas pela cultura lisérgica, criadas por nomes como Richard Avedon, Elliot Landy, Isaac Abrams e Jimi Hendrix – o único quadro assinado pelo deus da guitarra. Além disso, o documentário “Human Be-in”, filmado pelo cineasta Jerry Abrams no Golden Gate Park (San Francisco) em janeiro de 1967, é a principal atração da ala multimídia da mostra. Quer sentir um gostinho? Vá até http://www.whitney.org/ |
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Redação Galileu - 24/05/2007
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Estrelados e ecológicos Suas cores foram desenvolvidas por celebridades como Evangeline Lilly, a Kate do seriado “Lost”. Mas o maior atrativo dos batons PlantLove Botanical, da CARGO, vai agradar em cheio às mulheres que tentam ser ecologicamente corretas. Além do invólucro dos batons ser feito de polímeros de milho, um material biodegradável parecido com plástico, sua embalagem externa é de papel misturado com sementes. É só plantar e esperar as flores nascerem. Pena que está à venda somente nos EUA... Saiba mais: http://www.sephora.com/browse/product.jhtml?id=P172734&categoryId=C11630 Juliana |
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Redação Galileu - 22/05/2007
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Miolos à mostra Quem ler a Galileu de junho vai encontrar essa foto do meu cérebro aí em cima. Como vocês souberam em primeira mão aqui no blog, nossa próxima edição será dedicada ao órgão mais complexo e menos compreendido do corpo humano. Para ilustrar uma das matérias, que discute até que ponto as tecnologias de imageamento vêm contribuindo para o conhecimento sobre o funcionamento da nossa massa cinzenta, tivemos a idéia de fazer uma ressonância magnética da cabeça dessa repórter que vos fala. Nessa reportagem vocês vão saber como a exploração dos mecanismos cerebrais começou. Sabia que, até meados do século 17, os cientistas não davam a menor bola para o nosso cérebro, que era considerado nada mais do que uma “carne inconsciente”? É isso o que conta Carl Zimmer, no livro “A Fantástica História do Cérebro”, uma das fontes de pesquisa para essa matéria. Vocês também saberão o que está rolando em alguns importantes laboratórios do mundo em termos de pesquisas com neuroimagem e conhecer um detector de mentiras baseado em ressonância magnética, uma espécie de versão mais moderna do polígrafo. Já existem empresas americanas fornecendo esse tipo de serviço, inclusive como evidência em processos judiciais. O problema é que esse tipo de aplicação da tecnologia ainda é muito controversa entre os cientistas. A neurocientista Judy Illes, diretora do Programa de Neuroética da renomada Universidade de Stanford, é uma das que vêem essa “máquina da verdade” com cautela, conforme me revelou em um bate papo por telefone. Saiba mais na edição de junho de Galileu. Juliana |
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| À deriva na web: por onde navega nossa redação |
| NOSSOS BLOGUEIROS: |
Fernanda Colavitti, 30 anos, é repórter da Galileu há 5, escrevendo sobre saúde, comportamento e bizarrices de todo tipo(sua especialidade). É fã de cinema, seriados e uma mesa de boteco com os amigos
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Juliana Tiraboschi, 26 anos, é repórter da Galileu desde 2004 e gosta de escrever sobre meio ambiente, história, saúde e comportamento. Curte viajar, fotografia, cachorros, música e é viciada em doces
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Pablo Nogueira, 33 anos, trabalha há 5 na Galileu. É nosso repórter especializado nas matérias da chamada “hard-science”: física, astronomia e assuntos dos quais outros repórteres costumam fugir. Quando não está ralando, se diverte visitando cachoeiras, indo à praia (como todo bom carioca) e lendo bons livros
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Edson Franco, 44 anos, entrou para o mundo das revistas há três anos, depois de mais de 20 na redação do jornal Folha de S.Paulo. Ocupa a cadeira de editor na Galileu desde fevereiro de 2006. Seu tempo livre é ocupado por guitarras, discotecagens em festa de música brasileira dançante, discos de vinil e cinema
efranco@edglobo.com.br |
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Hélio Gomes, 37 anos, edita revistas há 13. Está na Galileu desde a edição 154 (maio de 2004) e divide suas horas fora da redação entre guitarras, discos, DVDs, o melhor e o pior da web, brincadeiras de criança e revistas dos quatro cantos do mundo
hgomes@edglobo.com.br |
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Mariana Romão, 19 anos, é novata no mundo jornalístico. Cursa o terceiro ano de jornalismo na Cásper Líbero, estagia na Galileu desde julho de 2007 e topa escrever sobre qualquer parada. É formada em balé e sapateado e agora busca um diploma em mandarim. Adora cantar no chuveiro, fazer farra com os amigos, cinema e mousse de maracujá
mromao@edglobo.com.br |
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Emiliano Urbim, 28 anos, é editor-assistente da Galileu desde julho de 2007. Gosta de escrever sobre comportamento, história, cultura pop e, acima de tudo, contar boas histórias. Fora da redação, literatura, quadrinhos, futebol e baixa gastronomia tomam boa parte do seu tempo livre
eurbim@edglobo.com.br |
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Saulo Ribas tem 31 anos, doze deles enfurnado em redações desenhando páginas de revistas. Nas poucas horas vagas, exercita seu lado geek consumindo vorazmente informações sobre o mundo digital, transferindo podcasts para seu Ipod ou assistindo o seriado Heroes. Gostaria que o dia tivesse 30 horas.
sribas@edglobo.com.br |
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